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Evolução dos nossos produtos

1947 – 1960

Os primeiros eixos eram formados por tarugos quadrados com cubos de aço fundido, rolamentos de rolos cônicos, porcas de trava e arruelas de ferro.
O tráfego rodoviário e as infraestruturas estão em expansão.
A SAE inicia a produção de eixos direcionais e tandens.

1960 - 1980

Os cubos eram fabricados em ferro de aço fundido e começaram a ser aprimorados com a introdução de retentores de borracha traseiros, permitindo uma melhor vedação da graxa e maior durabilidade dos rolamentos. Também passou a ser utilizado o sistema de prisioneiros e porcas para fixar as rodas e melhorar a qualidade geral.
Durante esses anos, o fluxo de tráfego, a velocidade e a potência dos caminhões aumentam. Torna-se essencial garantir maior segurança, especialmente na frenagem.
A transição dos pequenos freios a tambor para freios maiores está em andamento, com controles pneumáticos interligados acionados pelo próprio caminhão.
Surgem o freio a disco e o sistema ABS «Anti Lock Braking System».

1980 - 1990

Desenvolvimento do primeiro protótipo de freio a disco.
As suspensões mecânicas são aprimoradas para oferecer melhor adaptabilidade, segurança e estabilidade.
Introdução das molas parabólicas.
Introdução das suspensões pneumáticas.
Surgem as primeiras normas ISO, impondo maiores exigências de segurança.

90'

Investimento em uma máquina que permite a produção de tubos de eixos ocos por forjamento. O uso desta técnica, aliado ao brunimento por rolos (endurecimento superficial), garante um ajuste perfeito para esforços de flexão.
A redução da carga do eixo proporciona um aumento da capacidade de carga do caminhão.
O grupo GIGANT é certificado ISO 9001.
Introdução de ajustadores automáticos de folga.

De 2000 até hoje

O método de fabricação dos cubos avança para um design em ferro fundido FGS (ferro fundido com grafite esferoidal). Esse processo permite maior robustez combinada com uma redução de peso.
Uso de rolamentos compactos para a nova geração de eixos e comercialização dos primeiros eixos com freio a disco.
Esses rolamentos pré-tensionados permitem duplicar a vida útil dos rolamentos.
Investimento em uma máquina CNC (Comando Numérico Computadorizado) com cabeças duplas que permitem o usinagem simultânea dos munhões, garantindo alinhamento perfeito e reduzindo o desgaste dos pneus.
Investimento em uma linha de produção por cataforese para o tratamento dos tubos dos eixos. Esse método de pintura oferece uma camada de proteção uniforme até nos menores espaços, graças à eletrodeposição da resina em banhos eletrolíticos. A resistência é duplicada em comparação com um método de pintura padrão.

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